A Grande Vida e o Pequeno Passarinho

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Vivemos a Grande Vida do nosso Eu interior.

Viver o cotidiano, o dia a dia, não é viver nem uma vida.

Deixando-se tomar por este turbilhão cotidiano, você estará apenas passando os dias, vivendo no piloto automático, com pequenas manifestações sentimentais, pequenas raivas, pequenas alegrias, e nada mais.

O primeiro passo é olhar um pouco mais longe, subir uma posição e olhar do alto.
Ter uma visão que descortine a sua vida e dê sentido ao seu dia a dia.
Você vai continuar fazendo as mesmas coisas todos os dias ?
Tendo cada dia exatamente igual ao anterior ?
Mais um robô na multidão ?
Olhe de cima e sinta dentro de você o sentido de tudo isto.
Para que e por que você está vivendo ?
Descubra seu propósito e percorra-o.
Sempre existe um propósito !

Quando conseguir fazer isto, olhar sua vida como um todo e tiver consciência dela, terá completado o primeiro passo. Siga em frente com ação e viva sua vida plenamente, siga seu propósito e persiga sua missão.

Quando tiver adquirido a plenitude de sua vida, poderá pensar no próximo passo.
Adquirir a plenitude não é ter este sucesso ordinário que o público valoriza.
Quantas pessoas milionárias são felizes ?
Quantos amigos tem uma pessoa de sucesso ?
Estes não são parâmetros para medir sua plenitude.

Quando você tiver a certeza de estar no seu caminho correto, tiver a certeza de estar na direção certa, no rumo de sua missão, então sim você terá alcançado a plenitude. Neste momento e enquanto mantiver esta postura, nada lhe faltará. O Universo se encarregará para que você encontre sempre as estradas pavimentadas e os caminhos abertos à sua frente. Isto não significa riqueza nem segurança, mas significa felicidade. É tudo que você necessita !

Quando estiver trilhando estes caminhos e cumprindo sua missão, ou pelo menos estiver no caminho e na direção certa para cumpri-la, vai querer olhar mais do alto e dar o segundo passo.

Vai querer compreender um pouco mais sobre o motivo de sua missão. O Universo vai começar a lhe mostrar flashes de outras situações. Aos poucos sua consciência vai se expandir dimensionalmente e você começará a enxergar mais dentro do seu Ser, vai se elevar e aos poucos ter consciência de suas vidas anteriores, conhecer suas outras personalidades, dialogar com elas e compartilhar propósitos. Sua missão terá mais sentido.

Descortinar várias vidas e olhar a vida atual como apenas mais uma passagem permite que você se descole, se desapegue dos detalhes insignificantes desta vida. Permite que sua consciência pare de focar mesquinharias ao seu lado e concentre-se nos fatos importantes mais distantes de você. Você vai ter um foco maior e mais distante e sua percepção do tempo vai mudar. Pouco a pouco você estará se elevando dimensionalmente e descortinando, vendo uma paisagem com as várias montanhas e vales que são as suas vidas e os seus caminhos.

No terceiro passo, você terá uma conversa com seu Eu interior sobre o motivo de tantas vidas, sobre seus aprendizados e o que ainda falta ser vivenciado. Aos poucos entrará em comunhão com Ele e não precisará perguntar mais nada, será Ele. Somente UM … , pequenino … , passarinho …

Prama Shanti
(sobre a autoria …)

Participe de nossos workshops, 
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seja mais Feliz e faça a diferença no mundo !

Prama Shanti: atendimento em São Paulo:

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Informações: pramashanti@gmail.com. 

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“Querida Gaia, …

“Querida Gaia, nós te amamos e pedimos teu perdão por nossas ações. Somos teus filhos e te pertencemos. Vamos contigo ao nosso lugar de direito, vamos ascender rumo ao sutil, vamos pensar em Paz, União e Fraternidade e vamos contigo formar um novo mundo, uma nova dimensão estável e feliz para todos nós, onde o tempo não seja mais um rio que nos leva, mas que o tempo seja nosso instrutor, onde possamos ver nossos reflexos e nos alimentar com sua sabedoria.”

Que a Paz esteja convosco !

Pramashanti

Teias de Realidades

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Nossa realidade é o mundo que cada um de nós constrói a cada instante, ela muda a cada momento, de acordo com nossos pensamentos e decisões, dependendo do modo como encaramos o mundo.

Quando encontramos e interagimos com outra pessoa nossa realidade interage, se cruza com a realidade do outro.

Cada um de nós possui várias realidades, e novas realidades vão surgindo a cada instante. Nossas ações ancoram nossa consciência em uma ou outra realidade a cada momento.

Na quarta dimensão ficamos a deriva de uma destas realidades e com nosso pensamento conseguimos migrar lentamente para realidades paralelas.

Na sexta dimensão teremos consciência simultânea de todas as nossas realidades, vamos experimentar o conceito de consciência múltipla. Nosso Ser tem esta capacidade, podemos como Semideuses ser oniscientes e ter consciência de várias experiências simultâneas.

Na quinta dimensão teremos consciência apenas da existência delas, mas não vamos vivenciá-las simultaneamente, seremos apenas expectadores das outras linhas de realidade. O motivo é nos ensinar a relatividade de tudo. Poderemos olhar a frente e ver nossas múltiplas realidades cruzando-se com as realidades dos outros. Também poderemos ver as bifurcações de nossa realidade e suas consequências. Enxergaremos as nuvens de possibilidades realísticas de cada futuro. Poderemos medir nossos atos vendo a frente, as consequências de cada decisão. Isto vai exigir de nós uma sabedoria maior para tomada de decisões. Seremos puxados para isto, para que tenhamos mais consciência de nossos atos. A cada momento, a cada contato, a cada novo evento, vai ser descortinado a nossa frente uma miríade de cenários. Estaremos vendo na hora a consequência da nossa decisão, o caminho que escolhemos.

É claro que ainda teremos vários níveis de consciência entre as pessoas, como nos dias de hoje. Dependendo do nível de consciência de cada um, este conseguirá enxergar mais ou menos a sua frente.  Estaremos ainda navegando em uma de nossas realidades, mas poderemos ver as novas realidades que surgem a cada instante e poderemos escolher para qual delas nós vamos.

Teremos capacidade de ter consciência de nuvens probabilísticas de fatos, cada fato não será um fato isolado, mas um conjunto de situações parecidas, que englobarão várias realidades vizinhas. Outro ensinamento que esta nova dimensão nos trará, será este conceito de que as coisas não são estanques e distintas (digitais), não existe o 1, o 2, o 3, …, mas infinitas possibilidades entre o 1 e o 2, entre o 2 e o 3, …

Não estamos pulando da quarta para a quinta dimensão, estamos migrando gradativamente entre elas. Aaos poucos as cortinas vão se abrindo e novas luzes vão entrando. Não possuímos apenas 7 corpos, possuímos infinitos corpos, na verdade uma nuvem de corpos. Não existe apenas a nossa consciência e a consciência coletiva, existem infinitos níveis de consciência, e todos estão ligados em vários níveis. Existem várias consciências grupais, a da sua família, do seu grupo de trabalho, dos seus amigos em cada atividade, da sua cidade, país, das suas preferências, de seu planeta, da humanidade, etc., e o caminho entre elas também não é discreto, não pulamos de uma para outra, vamos gradativamente andando entre elas. De sua consciência pessoal e individual para a consciência de um grupo, existem infinitos níveis intermediários. Na natureza tudo flui graciosamente, lentamente e suavemente de uma coisa para outra, não vai aos pulos.

Estes números 1, 2, 3, …, só existem na nossa visão materialista e limitada, que é causada pelo nosso desejo de posse. Queremos possuir um carro, dois carros,….  Se não tivéssemos a posse de nenhum e compartilhássemos todos os carros que existissem, quantos teríamos ?

Este é o primeiro passo para nossa mudança de paradigma, para começarmos a entender que os números não existem realmente. São apenas figuras da terceira dimensão, que ainda trazemos conosco.

Precisamos abandonar estes conceitos. Os números nos levam ao individualismo, ao materialismo. O dinheiro vai deixar de existir na quinta dimensão, porque é o pai dos números, o gerador infinito de mais números. Pare de pensar quantitativamente e comece a pensar qualitativamente.  Aprenda a viajar dentro de você, deixe-se fluir entre os planos, torne-se uma pequena nuvem dentro de outras maiores, sinta a sua essência, você não é UM, você é um conjunto infinito de pequenas nuvens que estão em vários lugares, você é um ser altamente complexo, mas você só enxerga e só consegue ter consciência da pontinha do seu dedo, isto porque você procura sempre se olhar e se admirar.

Pare de olhar e comece a sentir, para de querer se admirar e procure a humildade. A vaidade quantifica as coisas, leva você para os números. A humildade destrói as quantidades, leva você para o difuso, aproxima você da quinta dimensão. O poder e a posse são limitantes em número. A humildade e a fraternidade são infinitas e difusas, são muito maiores porque são incontáveis.

O ser humano ainda procura contar as coisas, por isso não consegue entender o conceito de infinito. Não existe infinito neste paradigma numérico onde se procura contar cada coisa. O infinito esta dentro de nós, é incontável, incomensurável, porque não tem nada a ver com números. Tem a ver com a nossa consciência primária, com a realidade do universo, onde não existem números, apenas nuvens.

Imagine uma matemática de nuvens em vez de números ? Difícil ?  Tão difícil quanto comparar esta comunicação falada e limitada com a comunicação telepática, onde você transmite seu sentimento, transmite uma nuvem de ideias. Vamos chegar lá, você vai se acostumar com estes conceitos abstratos onde nada é numérico.

E o infinito ? É difícil entende-lo apenas quando queremos contá-lo e medi-lo. Quantos quilômetros ele tem ? Ele tem a dimensão da nossa consciência, é quântico e nós somos deuses. Quanto chegarmos à sua borda nossa consciência vai olhar e expandi-lo para mais além, para onde quisermos que nossa consciência o alcance. Nós estamos sempre criando tudo a nossa volta, criamos uma nova realidade a cada nanosegundo.

Se tudo tivesse começado, iniciaria como um pequeno ponto, sem tempo e sem espaço, na menor dimensão possível depois do nada, que para os numéricos seria a dimensão UM. No instante seguinte já teríamos a dimensão 2, a 3 e a dimensão 4. Pequenas linhas de realidade começariam a emanar do ponto inicial e a medida que se afastassem do centro iriam se bifurcando para ocupar o vazio e criando novas realidades. Então você teria uma bola aumentando seu tamanho constantemente a cada tempo e tendo cada vez mais realidades. Isto em quatro dimensões. Para quem conta são doze dimensões – tente imaginar. Agora imagine que não são doze, que entre cada duas dimensões há uma nuvem de dimensões intermediárias. Quando você for Deus vai entender tudo direitinho.

Voltando para você e deixando Deus onde ele está.
Você sabe o que você quer, onde quer chegar ?
Você quer ter ou quer ser ?
Ter leva ao QUANTOS. Ser leva ao QUE.
Ter é quantidade, Ser é qualidade.
Comece pensando assim. Se você quer quantidade, vá ler outra coisa. Se você quer qualidade, continue conosco, queremos que você SEJA, que expanda o seu SER sem TER.

É difícil esquecer os números, pensamos neles desde que nascemos, até em quantos anos nós temos. Números não interessam. Precisamos acreditar que podemos esquecer os números, que podemos viver sem eles. Comece a policiar sua mente, seus pensamentos, afaste os números, pense neles cada vez menos. Sabemos que no contexto em que você está, será cobrado por números, mas você pode deixar para pensar neles apenas quando for cobrado. Sim, mas você vai pensar: vou ter os números ? Vou ter o dinheiro para pagar ? Terei cumprido a meta ?

Aí inicia a sua mudança, acredite ! Lembre que a nuvem é infinita, é muito maior que qualquer número, pois contém todos eles e mais um universo inteiro dentro dela. Pense em nuvens e você terá os números que precisar. Veja alguns conceitos de nuvem: telepatia, humildade, fraternidade…

Telepatia: você já tentou convencer outra pessoa de quanto a ama ?  Em palavras é muito difícil, você precisa também mostrar isto por ações e leva muito tempo. Com a telepatia você transmite todo o amor que sente, ele se infunde dentro do seu amado ocupa instantaneamente toda a mente dele como um perfume exalando em uma sala, e instantaneamente você recebe o retorno, que vai ser de amor ou compaixão, e vai se expandir dentro de você. Suas consciências vão se tocar, formar uma nova consciência única e naquele momento vocês terão uma só consciência para compartilhar, serão únicos e será um momento único no Universo, somente de vocês. Você nunca mais vai esquecer esta experiência maravilhosa. E vocês podem continuar juntos por muito tempo e esta experiência  pode se repetir inúmeras vezes, mas ela será única, maravilhosa e inesquecível cada vez que se repetir.

Unindo suas consciências deste modo vocês terão experiências que deixam o êxtase físico parecer um nada e poderão com o tempo criar bolhas de dimensões superiores, ascendendo num verdadeiro êxtase dimensional. Isto porque o amor verdadeiro é a maior força do Universo, é a verdadeira força criativa.

Note como é difícil, mesmo chegando aqui, tendo esta união maravilhosa de consciências, nosso sentimento de posse ainda nos persegue. Quando somos dois, queremos possuir o outro e a posse leva a limitação do tempo queremos possuir por muito tempo. São as amarras de nossa origem tridimensional. Se esquecermos o tempo, ele será infinito.

Temos um grande caminho a percorrer até sermos Deuses. Mas é um caminho maravilhoso, repleto de aprendizados e sensações inesquecíveis. Comece pelo início, com um amor verdadeiro, que se for verdadeiro será desapegado, você terá confiança e a confiança leva ao desapego. E o desapego leva a Paz e a Tranquilidade. A Paz vai lhes permitir a telepatia e a unificação das consciências.

O outro conceito, a humildade. O seu oposto, a vaidade faz com que você esteja sempre observando os outros para ver se está sendo admirado, tira o foco do seu eu. É uma contradição, porque os outros passam a ser mais importantes que você. A vaidade significa que você precisa dos outros em um número cada vez maior. Você vai viver para tentar ser famoso, ter cada vez uma quantidade maior de admiradores. Vai viver para os outros e pelo NÚMERO de admiradores. Já a Humildade vai permitir que você tenha o foco em você, não precisa contar nada, é apensa você o seu EU, vai ter Paz, sua consciência vai se expandir em nuvem, incontável … infinita.

E a fraternidade ?   Com ela você não vai contar os amigos, todos serão seus amigos, não há números, você nunca vai perder amigos, não estará querendo fazer amigos e esperando a amizade de volta, não vai querer receber e vai ter muito mais. Terá todos e sempre. Lembre que a verdadeira amizade não é bidirecional. Você e outra pessoa não são amigos, você pode ser amigo dele e ele pode ser seu amigo. Você pode ser amigo dele e ele pode não ser seu amigo.  Não espere retorno, seja amigo de todos e não espere recompensas, esta é a fraternidade, esta é a maior riqueza. Não tem quantidade, não tem números, é infinita !

Prama Shanti
(sobre a autoria …)


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A Dor

A dor é uma instância entre o vazio e a sabedoria.
A dor é o irromper.
Não existe o irromper sem dor.
A dor é a poção mágica que consolida o surgimento do novo.

A dor !
A dor é a sujeira do meu corpo,
a memória dos fatos acontecidos sobre a minha pele.

A dor estimula minhas recordações.
E todas as minhas lembranças estão doloridas.
Lembrar de uma dor não é sentir a dor de novo.
Lembrar de uma dor é reinventá-la com um novo contexto.

Impossível retratar fidedignamente
uma dor ocorrida no passado.

Porque a dor a cada manifestação
traz outra roupagem,
pontos mais fortes,
pontos mais enfraquecidos.

Reinventamos através da lembrança
as dores ocorridas no passado,
como forma de não nos desconectarmos
de nossas etapas de crescimento.

Isto é uma elegia à dor.
Precisamos conhecer melhor a função intrínseca ao aprendizado:
Dolorir.
A dor moral, a dor ética, a dor solitária.
A dor angustiante.
A dor da multidão …
São tantas as dores e formas das dores doerem.

Sempre há um jeito de provarmos as nossas experiências
com o elemento dor.
A dor é indispensável.
A dor é farta. A dor é grande.
A dor é facilmente fertilizável.

Para providenciar a dor,
basta um único segundo sem ela.

Enquanto não sustentarmos os momentos da ausência da dor,
temos o que crescer,
temos o que buscar,
temos o que aprender.

Halu Gamashi,
em “Meditando com a Consciência Suprema”

 

Abertura dos Portais

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Estamos vivendo um processo de abertura de portais onde as realidades se transformam. Temos novas sensações, novos sentimentos e nossa mente está se abrindo para um novo mundo, uma nova tomada de consciência.

Precisamos ter em mente que as estruturas de pensamento convencionais estão defasadas desta nova realidade espaço-tempo. Neste novo mundo o real e o imaginário se fundem. A nossa mente cria realidades com uma velocidade cada vez maior. O mundo atual tem uma realidade frágil em virtude da migração para uma nova dimensão, os conceitos espaço-tempo antigos agora não valem mais. Nunca os princípios de mecânica quântica estiveram tão fortes. Cada vez mais a presença do observador altera a realidade. A realidade vigente e verdadeira é aquela que está na nossa mente. Cada um tem o seu mundo e este mundo é real.

Cada um ter o seu mundo, existirem vários mundos, várias realidades e estas trabalharem em sincronia é uma das novas características da quinta dimensão que ainda não são compreensíveis pelos seres da quarta dimensão. Esta pequena abertura de portais está levando este mundo para a quinta dimensão. Os véus que separam as realidades estão tênues. O ser humano não consegue compreender com se dá uma passagem da quarta para a quinta dimensão. Sua mente não consegue compreender um espaço de dimensão 4,1 ; 4,2 ;   4,3 … Estamos agora na dimensão 4,7. Esta escala entre a quarta e a quinta dimensão não é linear, ela segue a alterações de propriedades ainda desconhecidas pela humanidade atual.

Este processo se desenvolve na mente de cada um, é um processo de expansão de consciência. É uma migração de seres de uma dimensão para outra, e cada ser leva consigo sua área de consciência.

Estar em uma dimensão de transição, entre a quarta e a quinta torna algumas leis físicas conhecidas por vocês instáveis, pois geram singularidades imperceptíveis diretamente, apenas vamos notar que os cálculos de probabilidades não estarão corretos. Isto porque o universo está em desdobramento interdimensional. A previsão de chegada à quinta dimensão não pode ser medida em anos terrestres, pois depende da evolução de determinados campos de energia espiritual, desconhecidos pela ciência de vocês.

Agora imagine que todas as realidades de todos os seres vivos da terra precisarão entrar em sincronia pela quinta dimensão. Este esforço de sincronia empurra cada vez mais este espaço-tempo para a quinta dimensão. E é por isto que os conflitos se exacerbam. Na medida em que as sincronias entre as realidades começarem a se estabelecer, os conflitos esmaecerão. Esta é uma época de ajustes. Teremos um novo mundo com realidades mais sincrônicas, na verdade um mundo com infinitas realidades simultâneas, trabalhando em conjunto.

Além da evolução neste espaço tempo tradicional a que vocês estão acostumados, teremos outra evolução entre as realidades. Navegando entre as realidades teremos conhecimento de como cada ser é diferente e aprenderemos a amar estas diferenças. Daí vira a nova fraternidade, pelo amor às diferenças.

O mundo onde vivemos é apenas uma tênue linha de realidade, hoje você tem consciência apenas da realidade onde vive e cada um tem a sua própria realidade.  Cada instante de consciência representa a intersecção da sua realidade com a das pessoas a sua volta. No instante seguinte a realidade da pessoa ao nosso lado não é mais a mesma, a nossa linha de realidade avança e intersecciona com outras realidades destas pessoas. Estas realidades não precisam ser necessariamente as mesmas. Todas elas mudam constantemente e o seu caminho vai sendo traçado pela interseção da sua realidade com as outras.

A quinta dimensão, como falamos lhe dará consciência das realidades de todos a sua volta, por isto elas precisarão estar sincronizadas, vocês estarão mais próximos, seu mundo será mais tênue, menos denso e as coisas mais incertas, pois cada uma das realidades será um pouco diferente. O motivo é lhe ensinar que este mundo tem importância relativa, que tudo é relativo, a realidade será inconstante, nada será único, cada coisa ficará dentro de uma nuvem de possibilidades, será uma experiência muito rica.

Na medida em que sua consciência se expandir, enxergará cada vez mais realidades ao seu redor e terá uma consciência mais clara da relação de causa e efeito de cada um de seus atos. Isto lhes dará mais sabedoria e mais responsabilidade. Hoje vocês tem apenas uma intuição sobre o efeito de seus atos, mas no futuro terão uma visão clara.

O objetivo é mostrar a teia de causa e efeito de cada ato, conscientizá-los do que realmente estão fazendo e aumentar a velocidade da roda de carma. Hoje vocês enxergam poucos centímetros à sua frente. Passarão a enxergar a quilômetros de distância e terão a compreensão do que estão realmente fazendo.

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Terapêutica Tântrica

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A palavra Tantra é pouco conhecida pelo público em geral, e normalmente o pouco que se conhece não tem nada a ver com seu significado real. Mencioná-la causa desconforto e olhares desconfiados. E falar em Terapia Tântrica é quase sinônimo de sexo.

O terapeuta tântrico trabalha com as suas energias e condicionamentos, e não com sexo. Seu papel é o de desprogramar conceitos, quebrar paradigmas e limpar seu corpo dos condicionamentos que ele tenha a respeito dos estímulos que recebe. Isto é feito com técnicas que dissociam suas sensações de prazer do conceito de sexo e alteram a bioquímica e a percepção que temos do nosso corpo.

O terapeuta tântrico trabalha com a sua sexualidade, não com sexo. Para isso o Tantra utiliza uma série de recursos que foram sistematizados nessa terapêutica milenar. Uma dessas ferramentas são as meditações. Elas ajudam a dissolver as couraças que as emoções ruins, as repressões e outras experiências criam no nosso corpo, tornando-o mais leve, limpando-o das somatizações que esses sentimentos desagradáveis possam causar. Além disso, essas meditações trabalham a produção hormonal de diversas glândulas, gerando descargas de serotonina, oxitocina e outros hormônios ligados ao prazer e à alegria.

Outro recurso utilizado é a massagem tântrica. Ela tem propósitos diferentes de uma massagem convencional, sua função é trazer novas sensações e re-significar o prazer sentido pelo corpo. Em uma primeira etapa, a massagem tântrica busca espalhar a sensação orgástica por todo o organismo, encadeando nesse processo agrupamentos musculares nunca antes utilizados no orgasmo. Sim, é possível sentir o orgasmo – essa reação bioelétrica – em músculos do corpo todo, não apenas nos genitais. Esse encadeamento ajuda a intensificar, prolongar e expandir o efeito terapêutico do orgasmo. A partir daí a massagem pode ser usada para tonificar e fortalecer os músculos genitais, possibilitando-os sustentar níveis maiores de bioenergia. Um dos principais motivos das relações durarem tão pouco, ou gerarem orgasmos sem intensidade são os músculos sexuais hipotônicos. Assim como um atleta precisa preparar seu corpo e sua musculatura para aguentar um maior nível de exigência, os músculos vaginais e penianos também precisam de tonificação para sustentarem mais energia, provocando orgasmos muito mais intensos.

É difícil pensar em orgasmo sem pensar em sexo, mas o sexo é apenas uma das formas de se atingir o orgasmo. O Tantra trabalha estas outras formas. São criados poderosos orgasmos reflexivos que fazem com que a energia da kundalini circule pelo seu corpo por caminhos desconhecidos, alterando toda a sua bioquímica. Este orgasmo não possui os limites físicos do orgasmo sexual, podendo ser prolongado e repetido inúmeras vezes. Neste trabalho, o terapeuta trabalha alterando o caminho da energia kundalini pelo corpo, tonificando partes diferentes e causando novas sensações, que são resignificadas pelo cérebro. O terapeuta literalmente conversa com o corpo do paciente ensinando novos caminhos e sensações e abrindo novos portais de consciência.

Esse desenvolvimento tem se mostrado muito útil no tratamento de várias disfunções sexuais, tanto masculinas como femininas – anorgasmia, problemas de ereção, ejaculação precoce, dispareunia, entre outros. Não apenas isso, a prática dessa terapêutica – por mexer com a bioquímica do cérebro, produção hormonal e outros aspectos da sensibilidade – pode levar a pessoa a outros estados de consciência, ou seja, apresenta caráter meditativo.

Todo esse processo acaba por alterar a maneira que você encara a sexualidade e o mundo a sua volta. Ele tira o foco do orgasmo psicogênico – aquele no qual precisamos usar a mente e suas fantasias – e reativa o centro sexual original do nosso corpo, localizado na base da nossa coluna, justamente na área onde se encontra o chacra Swadhisthana. Uma jornada que nos tira dos pensamentos e artifícios da mente e nos leva às sensações do corpo e ao nosso Eu interior.

Seja como tratamento de problemas e disfunções, seja como um caminho de autoconhecimento, conhecer a terapêutica tântrica pode ser uma experiência libertadora.

(baseado em textos da internet)

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Personas e Personalidades

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Nossa personalidade é o resultado da interação desta com outras personalidades às quais estamos conectados.

A afinidade (positiva ou negativa) gera conexão.

Cada personalidade possui sua própria energia e memória e não cessa sua atividade com a perda do corpo físico.

Assim, podemos continuar conectados a personalidades que não possuem corpo físico.

Conforme a situação, podemos manter uma conexão dinâmica com outra personalidade e sermos influenciados instantaneamente com as alterações que ela sofra, ou podemos guardar cópias estáticas (personas) de outra personalidade.

Estas cópias são como fotografias instantâneas da personalidade em um dado momento e guardam todas as características do aspecto que gerou a afinidade. Elas não contem a outra personalidade na integra, mas somente os aspectos necessários ao funcionamento do aspecto em foco.  Não é uma personalidade, é uma parte dela, uma persona.

Uma cópia pode ser atualizada cada vez que a conexão é restabelecida, por contato físico ou conexão à distância.

Podemos nos colocar em estado de projeção e permitir que nossas personalidades/personas sejam projetadas em pessoas que estejam em estado de recepção. Neste caso será invocado um mecanismo específico de seleção para definir qual persona  se manifestará na outra pessoa.

Este mecanismo é fortemente influenciado pela afinidade e pela necessidade de uma personalidade se manifestar.

A manifestação em outra pessoa gera uma perda temporária de conexão da personalidade manifestada com a nossa personalidade principal. A ação de uma terceira pessoa pode modificar esta personalidade ou tornar a perda de conexão permanente.

A influência de outras personalidades pode ser diminuída ou cancelada pela perda de afinidade. Neste caso a personalidade pode se tornar em persona, desligando-se da personalidade principal.

A influência de uma persona pode ser modificada promovendo-se a sua manifestação em estados alterados de consciência no hospedeiro.

Nossa afinidade com outra personalidade dá-se em função de determinadas atitudes e comportamentos que nos chamam atenção. Assim a conexão é estabelecida diretamente àquela atitude ou comportamento e esta personalidade passa a ser invocada em todas as situações onde aquela atitude ou comportamento seja interessante.

Várias personalidades podem ser invocadas simultaneamente para resolver uma situação específica. A força da afinidade e outros mecanismos definem  a maior ou menor influência de uma personalidade ou persona na tomada de decisão.

A nossa personalidade acaba sendo a resultante de cada tomada de decisão, e a cada nova tomada de decisão invocam-se as decisões anteriores e seus resultados,  e as opiniões de cada personalidade ou persona.

Nossa mente mantém permanentemente seu trabalho  e analisar e coletar personalidades, incorporando-as ao seu acervo, para futuras tomadas de decisão.

As personalidades são incorporadas ao acervo de nossa mente, por aspectos nos quais tenham se destacado e chamado nossa atenção. No processo de incorporação é estabelecida uma ligação dinâmica e nossa mente passa a acessar a outra personalidade da mente captada, em cada situação semelhante. A cada acesso à outra mente trazemos também comportamentos periféricos que acabam nos contaminando.

Quando a comunicação dinâmica cessa, guardamos o resultado dos acessos anteriores numa cópia da outra personalidade, que resultará em uma persona. Esta persona conterá os comportamentos que se destacaram e outros comportamentos periféricos, mas como não possuirá a íntegra da outra personalidade, vai adquirir uma vida própria que lhe permita se manifestar. Como a persona não contem a personalidade integral, sua manifestação será deturpada, pois sempre lhe faltarão os dados periféricos, e suas decisões serão sempre resultados de pensamentos incompletos.

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